A Palavra meditada hoje está em São Mateus 19, 3-10.
“Alguns fariseus aproximaram-se de Jesus e, para experimentá-lo, perguntaram: ‘É permitido ao homem despedir sua mulher por qualquer motivo?’. Ele respondeu: ‘Nunca lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e disse: Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois formarão uma só carne? De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe’”. Perguntaram: “Como então Moisés mandou dar atestado de divórcio e despedir a mulher?” Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o princípio. Ora, eu vos digo: quem despede sua mulher – fora o caso de união ilícita – e se casa com outra, comete adultério”. Os discípulos disseram-lhe: ‘Se a situação do homem com a mulher é assim, é melhor não casar-se’.”
“O matrimônio é um caminho, não uma meta”, afirma Márcio Mendes – Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
O casamento é uma união que nunca foi fácil, mas, se não fosse bom, as pessoas não continuavam se casando até os dias de hoje. Há algo dentro do coração que assegura que o caminho é esse, que é um bem, é importante cumprir esse preceito conforme diz a Palavra de Deus, que o homem deve se unir à mulher.
Alguns casamentos não dão certo por causa da dureza no coração, é ela que faz com que o casamento não valha a pena, mas ele vale sim. O que não devemos fazer é manter esse coração duro. Há casos em que continuar junto é pior do que ficar separado, quando, numa união, presencia-se o ódio, a violência e a agressão.
Em todo caso, é preciso lutar para que seja uma união com bons frutos. Pode não ser fácil, mas é bom, e quando se une à pessoa certa, isso é completude, quando um completa o outro para que juntos possam ser uma só carne. Enquanto você e seu marido ou esposa forem companheiros e houver amor, continuarão a se tornar uma só carne.
O amor entre homem e mulher precisa acontecer nas várias dimensões, como a afetiva, a espiritual, a social e a sexual. Ter afeto, ternura, amizade e cuidado para que seja um relacionamento que tenha calor, que aqueça.
Às vezes, a rotina e o cansaço não permitem que haja conversas com a frequência que gostaríamos de ter, mas se houver abertura de coração, compreensão, carinho e iniciativa de ambos, eles estarão unidos. Muito mais que comunicação, é preciso saber escutar, falar, não simplesmente conversar, mas abrir o coração um para o outro.
Tenha gestos pequenos, mas de amor com o outro. Tenha atenção nos detalhes e, acima de tudo, tenha confiança. Se esta se quebrou, converse, comece com o perdão e devolva a confiança. O casamento é um caminho que se faz ao lado da pessoa que se ama; e se você ama, não fique relembrando as ofensas, os defeitos, os fracassos que aconteceram durante a caminhada. O que passou, passou. Perdoe e siga em frente!
Márcio Mendes Missionário da Comunidade Canção Nova
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Não só os pais, mas toda a família é responsável pela educação dos filhos. Somos frutos de uma família.
O jornalista da Folha de São Paulo, Gilberto Dimenstein, quando residia nos Estados Unidos, escreveu em 21/09/97, um interessante artigo intitulado Solução Caseira é Melhor Remédio Contra o Vício, sobre a terrível questão das drogas. Diz ele:
“Para dar apenas um número da gravidade do problema: aqui (EUA) todos os anos 110 mil jovens experimentam heroína. Já são 600 mil viciados em heroína…’’.
O jornalista afirma que as universidades americanas receberam dinheiro do governo federal para entrevistar 110 mil jovens e 18 mil pais. E conclui:
“Das entrevistas sai, porém, a indicação de que o melhor remédio contra o vício está em casa. Os pesquisadores encontraram uma íntima relação entre o contato afetivo dos filhos com os pais e os distúrbios. Quanto maior a ligação emocional na família, menor a chance de envolvimento com drogas, bebidas, suicídio, sexo promíscuo e violência”.
O jornalista afirma que as gangues procuram de certa forma oferecer aos jovens a família que não tiveram:
“O charme das gangues é justamente oferecer um ambiente de aceitação e até hierarquia. Ou seja, uma família.”
Também a escola aparece com papel fundamental:
“A investigação mostra que o envolvimento emocional com os professores também é um antídoto contra a delinquência”.
Em 21/06/98, o mesmo jornalista, no artigo “Você sabe a data do seu nascimento?”, sobre os meninos de rua, afirma:
“A culpa por estarem na rua é da pobreza, certo? Errado. A investigação ajuda a desfazer o mito de que só a pobreza gera crianças de rua – e de que pobreza gera violência.
É, na verdade, um preconceito. Apenas uma minoria saiu de casa para ganhar dinheiro, algo que tinha percebido (mas não colocado em números), desde o início de minhas pesquisas em 1989.
Quando indagada sobre porque saiu de casa, a imensa maioria se refere aos desentendimentos familiares – muitas vezes abusos dos padrastos. Foram para a rua porque não suportavam o inferno doméstico, marcado pelo abuso sexual, alcoolismo, drogas e pancadarias…Ou seja, a motivação econômica estava bastante distante.”
“Há toneladas de estudos mostrando que o inferno familiar ajuda a jogar os jovens em comportamentos autodestrutivos, o que significa drogas, tentativa de suicídio, violência.” (Folha de São Paulo, Cotidiano, 3-7, 21/06/98).
Se o jovem não tem um lar acolhedor, então, acaba indo buscar na rua o carinho e o amor que não encontrou na própria casa. Se você não sentar o seu filho no seu colo, ele vai sentar no colo de quem você não quer, o traficante, a prostituta…
É necessário descer até as raízes do problema, que são os pais e a moral familiar destruída: divórcio, amor livre, uniões ilícitas, alcoolismo, drogas, etc. O Catecismo afirma que:
“O lar é assim a primeira escola de vida cristã e uma escola de enriquecimento humano (GS,52 § 1). É daí que se aprende a fadiga e a alegria do trabalho, o amor fraterno, o perdão generoso e mesmo reiterado, e sobretudo o culto divino pela oração e oferenda de sua vida” (CIC, 1657).
Fica claro, portanto, que a educação dos filhos, é obra da família, e por isso, sem uma família sólida na fé, a educação dos filhos poderá ficar comprometida. Portanto, a primeira preocupação dos pais deve ser criar um lar cristão, onde não haja lugar para valores não cristãos. O Catecismo diz que:
“Os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos filhos. Dão testemunho desta responsabilidade em primeiro lugar pela criação de um lar onde a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são a regra. O lar é um lugar apropriado para a educação nas virtudes. Esta requer a aprendizagem da abnegação, de um reto juízo, do domínio de si, condições de toda liberdade verdadeira. Os pais ensinarão os filhos a subordinar as dimensões físicas e instintivas às dimensões interiores e espirituais” (Cat. §2223, CA, 36).
O “conteúdo” da educação deve ser o da ternura, perdão, respeito, fidelidade, serviço, abnegação, reto juízo, domínio de si, fé. É evidente que para transmitir esses valores aos filhos, os pais precisam antes vivê-los. Acima de tudo é pelo bom exemplo dos pais que os filhos serão formados.
Outra necessidade vital para a família é que esta seja unida. Sempre que possível, saírem todos juntos nas viagens de férias e nos passeios. São oportunidades de ouro para educar os filhos. Infelizmente certos pais preferem viajar para longe, sozinhos, ao invés de ir para lugares mais próximos com toda a família.
Temos que nos convencer de uma verdade: não há alegria maior, mais autêntica e mais durável do que aquela que a família nos dá. Pear Bach dizia que “muitas pessoas perdem as pequenas alegrias enquanto aguardam a grande felicidade”. É preciso saber colher as pequenas alegrias no lar.
Prof. Felipe Aquino
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Papa explica a importância da festa na família
QUARTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2015, 8H02
Santo Padre inicia catequeses sobre três dimensões que articulam o ritmo da vida familiar: a festa, o trabalho e a oração
Jéssica Marçal Da Redação
Francisco explica que os momentos de festa na família são sagrados / Foto: Reprodução CTV
O Papa Francisco começou nesta quarta-feira, 12, um novo ciclo de catequeses, porém ainda no contexto da família. O Santo Padre fala nas próximas semanas de três dimensões que articulam o ritmo da vida familiar: a festa, o trabalho e a oração.
Na catequese de hoje, Francisco se dedicou à festa. O Papa lembrou que o próprio Deus ensina a importância de dedicar um tempo para contemplar e desfrutar daquilo que, no trabalho, foi bem feito. E não se trata de trabalho apenas no sentido de profissão, mas de toda ação com a qual homens e mulheres colaboram para a obra criadora de Deus.
“A festa é, antes de tudo, um olhar amoroso e grato sobre o trabalho bem feito”, explicou Francisco. Ele ressaltou que às vezes a festa pode chegar em circunstâncias difíceis ou dolorosas, mas nesses momentos é preciso pedir a Deus a força para não esvaziá-la completamente.
Mesmo nos ambientes de trabalho – sem omitir os deveres – se faz alguma “faísca” de festa, disse o Papa, seja para comemorar aniversários, casamentos ou o nascimento de filhos. “É importante fazer festa. São momentos de familiaridade na engrenagem da máquina produtiva: nos faz bem!”.
Ao falar de trabalho, Francisco destacou que o homem deve ter plena consciência de que ele não é escravo do trabalho, mas senhor, uma vez que foi feito à imagem e semelhança de Deus. Mas a obsessão pelo lucro econômico pode colocar em risco os ritmos humanos da vida.
“O tempo do repouso, sobretudo aquele dominical, é para que nós possamos desfrutar daquilo que não se produz e não se consome, não se compra e não se vende. E em vez disso vemos que a ideologia do lucro e do consumo quer ‘abocanhar’ também a festa: também essa, às vezes, é reduzida a um ‘negócio’, a um modo para fazer dinheiro e gastá-lo”, advertiu.
Francisco concluiu destacando que o tempo da festa é sagrado porque Deus está presente nele de modo especial. E a família é dotada de uma grande competência para entender, orientar e apoiar o autêntico valor do tempo da festa. “A festa é um precioso presente de Deus; um precioso presente que Deus deu para a família humana: não a estraguemos!”.
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Como vencer a desvalorização da família
O pior problema das famílias desestruturadas não é de ordem financeira, mas moral
Mais do que nunca, a família é atingida, como disse o Papa João Paulo II, por muitas causas: praga do divórcio, “uniões livres”, aborto, controle irregular da natalidade, “amor livre”, “sexo seguro”, “produção independente”, inseminação artificial, “casamentos” de homossexuais, preservativos, eutanásia, úteros de aluguel, pornografia, ideologia de gêneros, adultérios, feminismos excêntricos, novelas imorais, brigas, bebidas etc.
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Toda essa desordem moral desaba sobre a família e seus amargos frutos caem sobre a própria sociedade, especialmente sobre as crianças. Irmã Lúcia, vidente de Fátima, disse a um cardeal que a batalha final de satanás contra a Igreja será pela “destruição do matrimônio e da família”; e hoje isso é notório, pois aí está a base do plano de Deus. João Paulo II disse, certa vez, que o mal sabe que não pode vencer Deus; então, procura destruir sua obra: a família. Ele disse também que o futuro da Igreja e da sociedade passa pela família. A própria ONU está aliada com a proposta de “desconstrução da família”, como se viu na Conferência da China, sobre a mulher, em 1995, e na Conferência do Cairo sobre a demografia em 1996.
Hoje, a Igreja vê a família extremamente ameaçada. Na Carta às Famílias, escrita por ocasião do Ano da Família, em 1994, o Papa João Paulo II faz seríssimos alertas sobre as ameaças que hoje a família sofre. Ele disse: “Nos nossos dias, infelizmente, vários programas sustentados por meios muito poderosos parecem apostados na desagregação da família” (CF 5).
Mais à frente, o Papa continua a denunciar as ameaças à família: “No contexto da civilização do desfrutamento, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, o filho um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõem. Para convencer-se disso, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado “direito de escolha” (pro choice) por parte de ambos os cônjuges e, particularmente, por parte da mulher” (CF,13).
Nessa mesma linha, sem meias palavras, o Papa denunciou os perigos que hoje rondam a família: “O chamado ‘sexo seguro’, propagandeado pela civilização técnica, na realidade, é, sob o perfil das exigências globais da pessoa, ‘radicalmente não seguro’. E mais, é gravemente perigoso”. Por causa disso, o Papa disse no Brasil, em 1997, que há entre nós milhares de crianças “órfãs de pais vivos” (CF, 14). Que tristeza!
Mostrando que a mentalidade consumista e antenatalista é uma ameaça à família, o Papa diz: “Quando um tal conceito de liberdade encontra aceitação na sociedade, aliando-se facilmente com as mais variadas formas de fraqueza humana, rapidamente se revela como uma sistemática e permanente ameaça à família” (CF,14).
O pior problema, hoje, das famílias desestruturadas, não é de ordem financeira, mas moral. Quando os pais têm caráter, fé, ou como o povo diz, “tem vergonha na cara”, por mais pobre que sejam, são capazes de impedir a destruição do seu lar. São inúmeros os casais pobres, mas que, com uma vida honesta, de trabalho e honradez, educaram muitos filhos e formaram bons cristãos e honestos cidadãos.
A miséria maior que destrói as famílias pobres e ricas é a miséria moral e a falta de religião. É esse resgate moral que precisamos realizar para recuperar a família segundo o coração de Deus. De tudo o que foi exposto até aqui, chegamos à conclusão de que a reforma da sociedade não poderá ser feita sem a reforma da família, segundo os planos do seu fundador. Somente ancorada na Lei eterna de Deus a família e a sociedade poderão ser felizes.
Em vista dessas ameaças contra a família, torna-se casa vez mais importante uma “educação no lar” que valorize a vida, a lei de Deus, a catequese, a oração em família e a solidariedade entre pais e filhos, entre esposo e esposa. Marido e mulher precisam ser fiéis um ao outro, e jamais se permitirem envolver com intimidades com outras pessoas, ameaçando a destruição da família com o adultério e o divórcio. A família cristã precisa, todos os dias, rezar o Terço de Nossa Senhora.
Os pais precisam dar boa formação moral e religiosa aos filhos, ensinando-lhes com clareza, desde pequenos, a evitar tudo que é imoral, tudo o que foi citado acima e ameaça a família. Aos poucos, uma mídia sem Deus, as novelas perversas, as revistas profanas, vão minando a fé e a moral católicas, e muitos começam achar que certos procedimentos irregulares são normais.
Cabe aos pais fiscalizar o que seus filhos estão aprendendo nas escolas, pois, de modo especial nas escolas públicas, têm sido colocado nas mãos das crianças cartilhas imorais e pornográficas. Hoje, a identidade e a formação das crianças são ameaçadas pela diabólica “ideologia de gênero”, que tenta se implantar por lei, visando a criança.
Os cristãos precisam, por outro lado, manifestar-se de maneira organizada e unida com a hierarquia da Igreja, contra tudo que seja proposta de lei que ameace a família, e rechaçar das escolas tudo que seja imoral na formação dos filhos. A grande maioria católica do nosso país não pode se tornar uma maioria silenciosa e omissa, dominada por uma minoria gritante e agitadora que quer implantar entre nós leis imorais e destruidoras da família.
Por tudo isso, é fundamental que em todas as paróquias haja uma boa pastoral familiar, que possa preparar os jovens para o casamento segundo os valores do Evangelho, em retiros para namorados, noivos e casais. Todos os casais cristãos são chamados, hoje, sem que ninguém fique de fora, a ajudar nessa ação evangelizadora em função da família. Urge que se crie um “mutirão familiar”. Caso contrário, vamos chorar mais tarde, quando virmos nossos filhos e netos vivendo valores que não são do Evangelho da salvação.
Raiz do divórcio está na ‘dureza do coração’ e brigas por pequenas coisas
As relações conjugais estão em crise, pois cada pessoa quer a sua própria felicidade, e os casais, hoje, estão se divorciando por qualquer motivo.
A raiz do divórcio é a “dureza de coração”. Mas hoje Jesus quer falar para as famílias que o divórcio acontece, primeiramente, nos corações dos casais, para depois ir para o papel.
Vou contar-lhes uma história que ouvi, cujo autor é desconhecido:
O homem por detrás do balcão, olhava a rua de forma distraída, enquanto uma garotinha se aproximava da loja, ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrina. Os seus olhos da cor do céu, brilharam quando viu determinado objeto. Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis.
– É para minha irmã. Você pode fazer um pacote bem bonito?
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
– Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão, e feliz disse:
– Isto dá, não dá? (Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.) – Sabe, continuou, eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. Hoje é aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela.
– O homem foi para o interior da loja. Colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
– Tome! Disse para a garota. Leve com cuidado.
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo. Ainda não acabara o dia, quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
– Este colar foi comprado aqui?
– Sim senhora.
– E quanto custou?
– Ah! Falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.
– A moça continuou: – Mas minha irmã somente tinha algumas moedas. E esse colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele.
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem.
– Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha!
O silêncio encheu a pequena loja, e lágrimas rolaram pela face da jovem, enquanto suas mãos tomavam o embrulho. Ela retornava ao lar emocionada…
Você é capaz de tudo pela sua família? Você precisa dar tudo o que tem por ela. Para que você se casou? Por que você está noivo? O que o motiva a se unir a esta mulher ou a este homem?
Esposa, procure tempo para olhar dentro do olho do seu esposo e dizer que o ama. Isso não é coisa de casal “novinho”; isso é característica de família. Espero que ninguém “morra” em sua casa. Espero que você não durma do lado de um cadáver.
Se as coisas estão mal para sua família, opte por andar pelo verdadeiro caminho que é Jesus. Ele grita ao nosso coração: “Sua família é boa, o seu casamento é bom”. Deus acredita na sua família, Deus acredita em você, na sua história. Deixe de ser tonto! Ande pela estrada certa e não se esqueça de que o caminho é Jesus; se você quiser que sua família seja feliz, entregue-a para Ele.
Casais, quebrem a dureza do coração, amem, porque ainda há tempo! Amem seus filhos enquanto há tempo, porque eles vão crescer. Esse é o momento certo, tempo de dar atenção a eles. Quebrem a dureza de coração! Peço-lhes hoje: voltem para suas casas sem medo, o caminho é Jesus.
Há solução para sua família, e ela começa em seu coração. Não se desvie o caminho, pois, você e sua casa são do Senhor”.